domingo, 27 de junho de 2010

UN Secretary-General invites you to be a Citizen Ambassador

É um desafio engraçado, tornarmo-nos Embaixadores da Cidadania. Em todo o mundo.
Porque não tentar?... Por mim, disponho-me a fazê-lo e a ajudar quem o queira fazer também. Força!
Tantas vezes que nos interrogamos como podemos participar ativamente nas grandes questões do mundo. Esta talvez seja uma oportunidade interessante.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ajudar a proteger os direitos dos imigrantes




O erro tem de ser denunciado (português)
El error tiene de ser denunciado (castelhano)
Feilen har av å være fordømmer (norueguês)
L'erreur doit être résilié (francês)
Mal tem qui sibido (crioulo da Guiné Bissau)
• Помилка повинна бути припинена (ucraniano)
Erorea trabuie sã fie denuntata (moldavo)
The error must be reported (ingles)
Felet maste rapporteras (sueco)
Eroarea Trebuie sã fie raportate (romeno)
L'errore deve essere denunciado (italiano)
• 錯誤有被譴責 (chinês)
• A última tradução é em gujarati. A seguir aparece a transcrição fonética.

domingo, 7 de março de 2010

A humanidade instintiva nos animais

Este vídeo podia ter a ver com racismo, com instintos, com compaixão, com espanto.
No fundo, é um vídeo que mostra que temos na nossa condição animal as bases para tratar bem os outros. Por exemplo, quando o outro é um imigrante.
Veja-se bem a que ponto vai a "humanidade instintiva" do leopardo. Para se manter junto do macaquinho, deixa a hiena levar a comida que caçara... e que, na verdade, bem necessita.
video

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Khoisan são os humanos geneticamente mais ricos

Ora aqui está uma notícia interessante, e que nos deve levar a pensar... sobre muita coisa!...
Ainda há pouco tempo passei aos meus alunos o "velho" filme "Os Deuses Devem Estar Loucos".
Tanta boa - preciosa, mesmo! - lição para todos o filme ainda conserva!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Teaching Tolerance: a imigração - segregação / integração

A não perder!

Não obstante o Inglês...
logo

100 000 naturalizados em Portugal desde 2006

O telejornal da SIC, edição do almoço, noticiou hoje o seguinte:
  • Desde 2006 foram naturalizados em Portugal cerca de 100 000 imigrantes
  • Predominam os imigrantes do Brasil, de Cabo Verde e de Angola

Uma política comum de imigração para a Europa

A União Europeia tem uma política comum para a imigração, centrada nos valores...


  • da prosperidade
  • da solidariedade
  • da segurança

Ver AQUI (escrito também noutras línguas)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O que reivindicam os imigrantes

Manifestação em Lisboa pela legalização e igualdade de direitos dos imigrantes

15.03.2009 - 20:29 Por Lusa

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A comunidade imigrante manifestou-se hoje em Lisboa contra a desigualdade de direitos entre cidadãos estrangeiros e nacionais e para exigir documentos que permitam aos imigrantes trabalhar de "forma legal e digna".
(Clicar no título para aceder a notícia completa)
A iniciativa juntou cerca de mil pessoasA iniciativa juntou cerca de mil pessoas (Nuno Ferreira Santos (arquivo))

As Migrações - dossiê da AMI


Migrações

As migrações fazem parte da história da Humanidade. Desde tempos imemoriais, o Homem sente necessidade de se deslocar, em busca de meios de subsistência, para fugir de ameaças físicas e ambientais. O próprio povoamento do planeta se deve a esta necessidade tão humana que muda de forma tão definitiva e constate a essência das culturas, das raças e das línguas. No Ano Europeu da Igualdade (2007) e nas vésperas do Ano do Diálogo Intercultural (2008), a AMI lançou um Dossier sobre aquele que será um dos maiores desafios do século XXI: As Migrações.



sábado, 30 de janeiro de 2010

Os corvos da cidade de Lisboa

EM PERIGO

Os corvos da cidade de Lisboa estão a desaparecer

por MARIANA CORREIA DE BARROS05 Julho 2009

Os corvos da cidade de Lisboa estão a desaparecer

Símbolo da cidade de Lisboa, o corvo tem vindo aos poucos a desaparecer das áreas urbanizadas. Portugal é mesmo um dos poucos países onde as populações desta ave inteligente estão a diminuir. E nada está a ser feito para as proteger

Sabia que os corvos que se alimentam de sementes difíceis de partir as atiram para o meio de uma estrada e esperam que os carros as esmaguem para então as comerem? Ou que algumas espécies são capazes de fabricar e utilizar pequenos instrumentos para alcançarem uma refeição desejada?

Apesar das surpreendentes provas de inteligência, o corvo, um dos símbolos da cidade de Lisboa é cada vez mais raro de observar nos céus da capital. O uso de venenos e pesticidas e o abate ilegal são as razões para a diminuição do número de exemplares. Portugal é mesmo um dos poucos países da Europa onde a espécie continua a regredir, de acordo com um estudo da Birdlife International.

Não está em vias de extinção, é verdade. Mas aparece no Livro Vermelho dos Vertebrados como 'Quase Ameaçada', não se sabendo ao certo o número de casais existentes em Portugal. Estima-se que sejam menos de dez mil indivíduos.

"O corvo é uma espécie muito importante, mas não é das mais ameaçadas e, por isso, com os escassos recursos afectos à área do ambiente e conservação, não tem sido uma prioridade", diz Gonçalo Elias, que faz observação de aves há mais de 20 anos e que, no ano passado, lançou um portal na Internet, - Avesdeportugal.info - com informação sobre mais de 400 aves.

Em Portugal, o corvo, embora cada vez mais raro, pode ser visto em diversas zonas, com excepção daquelas mais densamente povoadas. Em Lisboa, por exemplo, "só encontramos corvos no cabo Espichel e no Algarve o mais comum é vê-los no cabo de S. Vicente". No Interior têm uma distribuição mais contínua.

Fazendo jus à sua faceta mais oportunista, o corvo adapta-se com facilidade a vários habitats. Tanto pode ser encontrado em zonas quentes do Mediterrâneo, como nos climas frios do Norte da Europa.

"Uma das razões que leva a maior parte das aves a migrar é a falta de alimento durante o Inverno. Os corvídeos, de modo geral, não migram; alimentam-se daquilo que encontram, vão variando de dieta ao longo do ano", explica Gonçalo Elias.

Os corvos são principalmente necrófago, embora se alimentem também de pequenas aves e mamíferos, numa dieta que inclui ainda ovos, caracóis e cereais. Devido aos seus hábitos alimentares e ao negro brilhante das suas penas, são vistos, na mitologia, como portadores de maus presságios, surgindo muitas vezes associados a bruxas e feiticeiras. E à morte.

Algumas lendas contam que quando uma pessoa morre, um corvo carrega sua alma até o paraíso. Por isso, dois corvos figuram nas armas de Lisboa, pousados numa caravela, um à proa e outro à popa, vigiando o corpo de S. Vicente, o padroeiro da cidade, durante a viagem dos ossos do santo desde Sagres até Lisboa.

Aliás, não há muitos anos, era comum ver corvos nas tabernas dos bairros típicos da capital, passeando impávidos pelos passeios ou imitando as vozes dos clientes mais habituais.

Hoje, temido e mal-amado por muitos, o corvo é muitas vezes morto pelos caçadores e agricultores sem qualquer razão ou por simples prazer. "Os agricultores, confundem corvos com gralhas, e em muitos casos, por não simpatizarem muito com estas aves, acabam por abatê-los, mesmo sendo uma espécie protegida", salienta Gonçalo Elias. Por outro lado, a utilização intensiva de pesticidas na agricultura acaba por ser responsável pela morte de muitas aves, que absorvem os venenos através dos animais de que se alimentam.

"Os corvos, tal como outros aves necrófagas, têm um papel muito importante no equilíbrio ambiental", lembram os biólogos. Mas os poucos estudos feitos sobre a ave mostram que, em Portugal, pouco ou nada está a ser feito para proteger a espécie e evitar que os corvos se juntem à lista negra das aves em extinção.

Devíamos seguir o exemplo da Inglaterra, onde a ave é protegida pela própria rainha. Sempre que um dos famosos corvos da Torre de Londres morre ou desaparece é obrigação da Guarda Real proceder à sua substituição imediata. Tudo para que não se realize a profecia: Londres desaparecerá quando, na Torre, morrer o último corvo.

Muitas subespécies poucas diferenças

Na Península Ibérica habita o Corvus corax hispanus, uma subespécie que se distingue do mais comum Corvus corax corax pelo tamanho, uma vez que "os animais do Norte da Europa tendem a ser um pouco mais robustos para melhor lidar com as condições adversas", explica Gonçalo Elias. Mas a verdade é que entre as diversas subespécies - e em todo o mundo existem mais de 40 - as diferenças não são geralmente muito claras, nem mesmo em termos de plumagem já que visualmente são todos pretos. "Estão relacionadas com pormenores como o tamanho das patas ou das asas e outros detalhes morfológicos apenas distinguíveis com as aves na mão." Os corvos vivem em bandos com estrutura hierárquica bem definida e formam, geralmente, casais monogâmicos. A sua alimentação é omnívora e inclui pequenos invertebrados, sementes e frutos; podem ser também necrófagos. O corvo é o maior de todos os corvídeos, chegando quase aos 70 cm de comprimento. Tem um bico forte e curto, e uma "barba" hirsuta, que o distingue da gralha, também um pouco mais pequena.